Chafariz de Pombal

IPA.00010271
Portugal, Setúbal, Almada, União das freguesias de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas
 
Arquitectura infraestrutural, gótica. Fonte medieval com tanque coberto por construção arqueada e bebedouro na ilharga.
Número IPA Antigo: PT031503040040
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Hidráulica de elevação, extração e distribuição  Chafariz / Fonte  Chafariz / Fonte  Tipo mergulho

Descrição

Mãe de água inserida num conjunto de planta paralelepipédica, com pequeno tanque de recebimento de águas da nascente, a que se tem acesso por arcada de uma cúpula de arco quebrado, em cantaria. No pano murário frontal de alvenaria, sobre o arco vê-se argamassada, uma pedra de armas de Portugal, com as quinas em cruz, recentemente recolocada; À esquerda no pano murário, uma lápide de 1995 onde se lê: Por água vamos à fonte / de uma sede apetecida / fica o passado defronte / do presente desta vida; na ilharga esquerda, um tanque comprido bebedouro recebe as águas da fonte, a meio do seu baixo muro em cantaria uma bica de serventia, com escoadouro aberto no chão. O terraço que lhe é fronteiro tem também escoadouro e é feito de calçada portuguesa.

Acessos

Largo de Pombal, Rua das Terras dos Corte-Real

Protecção

Inexistente

Enquadramento

Urbano. Isolado, em destaque no meio ambiente, muito desnivelado em relação ao solo que o cerca, descendo-se ao tanque e à fonte por escadaria aberta recentemente. Encontra-se envolvido por alto pano murário.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Hidráulica: chafariz

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Pública: Municipal

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 14

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido

Cronologia

Séc. 14 - o sítio compreendia uma extensa área que ia desde a mina de água até à actual Rua de Vera Cruz; 1390 - a Albergaria de São Lázaro tinha no local uma propriedade que confrontava a toda a volta com caminhos públicos parcelada por vários aforamentos; 1392 - há uma sentença que obriga a repartir a água entre a Albergaria de São Lázaro e os restantes proprietários da zona; passou a ser de uso público; séc. 15 - data da pedra de armas de Portugal, com as quinas em cruz; Séc. 20 (anos sessenta) - o sítio foi aterrado devido à urbanização do local, e a fonte foi soterrada; as cantarias foram desmontadas e levadas para o Convento dos Capuchos; recentemente foram recolocadas no local depois de posta a descoberto a mãe de água.

Dados Técnicos

Estrutura mista

Materiais

Alvenaria, cantaria

Bibliografia

SOUSA, R. H. Pereira de, Toponímia e História das Freguesias Urbanas, Almada, 1985; POLICARPO, António, Mina de água do Pombal, Cova da Piedade, 1993; FLORES, Alexandre M., Chafarizes de Almada, CMA, SMAS, Almada, 1994

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

Séc. 20 (anos 60) - reconstrução do chafariz.

Observações

Autor e Data

Albertina Belo 1995

Actualização

 
 
 
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