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Edifício e estrutura Estrutura Hidráulica de elevação, extração e distribuição Chafariz / Fonte Chafariz / Fonte Tipo mergulho
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Descrição
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| Mãe de água inserida num conjunto de planta paralelepipédica, com pequeno tanque de recebimento de águas da nascente, a que se tem acesso por arcada de uma cúpula de arco quebrado, em cantaria. No pano murário frontal de alvenaria, sobre o arco vê-se argamassada, uma pedra de armas de Portugal, com as quinas em cruz, recentemente recolocada; À esquerda no pano murário, uma lápide de 1995 onde se lê: Por água vamos à fonte / de uma sede apetecida / fica o passado defronte / do presente desta vida; na ilharga esquerda, um tanque comprido bebedouro recebe as águas da fonte, a meio do seu baixo muro em cantaria uma bica de serventia, com escoadouro aberto no chão. O terraço que lhe é fronteiro tem também escoadouro e é feito de calçada portuguesa. |
Acessos
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| Largo de Pombal, Rua das Terras dos Corte-Real |
Protecção
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| Inexistente |
Enquadramento
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| Urbano. Isolado, em destaque no meio ambiente, muito desnivelado em relação ao solo que o cerca, descendo-se ao tanque e à fonte por escadaria aberta recentemente. Encontra-se envolvido por alto pano murário. |
Descrição Complementar
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Utilização Inicial
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| Hidráulica: chafariz |
Utilização Actual
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| Cultural e recreativa: marco histórico-cultural |
Propriedade
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| Pública: Municipal |
Afectação
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| Sem afectação |
Época Construção
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| Séc. 14 |
Arquitecto / Construtor / Autor
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| Desconhecido |
Cronologia
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| Séc. 14 - o sítio compreendia uma extensa área que ia desde a mina de água até à actual Rua de Vera Cruz; 1390 - a Albergaria de São Lázaro tinha no local uma propriedade que confrontava a toda a volta com caminhos públicos parcelada por vários aforamentos; 1392 - há uma sentença que obriga a repartir a água entre a Albergaria de São Lázaro e os restantes proprietários da zona; passou a ser de uso público; séc. 15 - data da pedra de armas de Portugal, com as quinas em cruz; Séc. 20 (anos sessenta) - o sítio foi aterrado devido à urbanização do local, e a fonte foi soterrada; as cantarias foram desmontadas e levadas para o Convento dos Capuchos; recentemente foram recolocadas no local depois de posta a descoberto a mãe de água. |
Dados Técnicos
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| Estrutura mista |
Materiais
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| Alvenaria, cantaria |
Bibliografia
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| SOUSA, R. H. Pereira de, Toponímia e História das Freguesias Urbanas, Almada, 1985; POLICARPO, António, Mina de água do Pombal, Cova da Piedade, 1993; FLORES, Alexandre M., Chafarizes de Almada, CMA, SMAS, Almada, 1994 |
Documentação Gráfica
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Documentação Fotográfica
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| IHRU: DGEMN/DSID |
Documentação Administrativa
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Intervenção Realizada
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| Séc. 20 (anos 60) - reconstrução do chafariz. |
Observações
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Autor e Data
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| Albertina Belo 1995 |
Actualização
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