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Edifício e estrutura Edifício Saúde Termas
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Descrição
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Acessos
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| Chão da Pena |
Protecção
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| Inexistente |
Enquadramento
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| Rural, isolado. Conjunto de edificações implantadas sobre maciço rochoso, a meia encosta da Serra da Pena, dispondo de uma ampla visibilidade. |
Descrição Complementar
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Utilização Inicial
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| Saúde: termas |
Utilização Actual
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| Em ruína |
Propriedade
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| Privada: pessoa singular |
Afectação
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| Sem afectação |
Época Construção
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| Séc. 20 |
Arquitecto / Construtor / Autor
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Cronologia
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| 1910 - Foi iniciada a exploração das minas de Quarta-feira, pela companhia francesa Societé d'Uraine e Radium, de onde saiu muito minério de urânio para os laboratórios de Paris onde Madame Curie trabalhava, facto que provavelmente motivou a designação "Curie" ao local; Séc. 20 (inicio) - construção do hotel e exploração das águas minerais*1; 1922, 22 de Agosto - no Diário do Gonerno nº 192 II série é publicada a Concessão de Chão de Pena e do Favacal; 1923, 17 de Agosto - Enrique Gonsalvez Fuentes é nomeado concessionário das águas, através de alvará; 1926, 16 de Setembro - foi autorizada a designação "Milagrosa" à nascente de Chão de Pena, através de Despacho ministerial publicado no Diário do Governo nº 249 II série; 23 de Novembro - através de portaria publicada no Diário do Governo nº 275, é autorizada a exploração da Lusitana, existente na área reservada da concessão de Chão de Pena; 1929 - a exploração termal é arrendada à empresa Sociedade Águas Radium, Lda. por um período de 11 anos. Esta sociedade introduz novos tratamentos como a aplicação de lamas, compressas eléctricas radioactivas e a "studa chair" para lavagem do cólon; 1940 - terminou o contrato de arrendamento, mas a concessão continuou nas mãos dos herdeiros de Enrique Gonsalvez Fuentes; 1943, 22 de Junho - a Sociedade Termas Radium SARL, é autorizada, através de portaria publicada do Diário do Governo nº 143 II série, a usar a designação "Termas Radium e Água Radium" relativamente às nascentes de Chão de Pena, Favacal e Malhada; 1943/1944 - durante este período foram registadas apenas 71 inscrições de utentes; 1945 - a actividade foi suspensa; 1951 - a sociedade francesa é substituída pela Companhia Portuguesa de Radium, de capitais ingleses, que retomou a exploração da estância, explorando apenas a parte hoteleira; 1961 - a Companhia Portuguesa de Radium cessa a sua actividade, estando já nesta data o hotel encerrado; em data incerta o hotel foi leiloado em Lisboa; 1980 (década) - foi novamente o hotel vendido tendo sido adquirido por Ramiro Lopes, que tinha intenção em o transformar num hotel de luxo; 2000 - Ramiro Lopes vende ao seu irmão António Lopes, o hotel já com projecto de reconstrução, que contemplava um hotel de luxo com o aproveitando as ruínas, um campo de golfe, piscinas e estância termal. |
Dados Técnicos
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| Sistema estrutural de paredes portantes. |
Materiais
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| Granito. |
Bibliografia
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| www.aguas.ics.ul.pt/guarda_cpena.html, 1 de Setembro de 2010. |
Documentação Gráfica
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Documentação Fotográfica
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Documentação Administrativa
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Intervenção Realizada
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Observações
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| EM ESTUDO. *1 - A sua construção está ligada a uma lenda que diz que um conde espanhol, de nome Dom Rodrigo, que tinha uma filha com uma doença grave doença de pele que encontrou a cura nas águas minerais de Chão de Pena e mandou construir o hotel termal. |
Autor e Data
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| Ana Filipe 2010 |
Actualização
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